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É um pouco assustador, sim. Quando dei conta que um blog muito antigo, do qual já nem me lembrava, estava agora associado à minha conta do google, não gostei. Foi como se tivessem ressuscitado um fantasma, como se, na verdade – o blog foi criado com a conta do hotmail, por isso não entendo – a máquina soubesse mais do que devia sobre mim.
Uma das minhas sagas favoritas é a do “Terminator” – o I foi o primeiro filme de terror (!!!) que vi. Ainda me lembro de como tremia ao ouvir o som de fundo daquele filme.
No III, assistimos à dificuldade, pelos humanos, de travar a Skynet. Nesta fase – e perdoem os spoilers – já a rede está espalhada pelos inúmeros servidores, computadores pessoais, etc. dispersos pelo planeta. A Rede contruíu-se. A rede – e agora falo do “Eu, Robot” – aprende a pensar. A rede aprende a reconhecer padrões, recolhe informação, processa-a e, por fim, toma decisões. Lógicas, baseadas na análise dos dados. Mas péssimas para nós, humanos.
Ok, espero que o judgment day ainda esteja longe, e que até lá algum grupo terrorista construa um “ping” enorme que dê cabo de tudo o que é bit e byte neste planeta. Mas que assusta, assusta…